Autor: super-admin

RECEITAS DE SUCO DETOX PARA FAZER EM 1 MINUTO!

As diversas receitas de suco detox levam ingredientes cem por cento naturais, como couve, abacaxi, melancia, água de coco e gengibre. O suco detox é feito em poucos minutos e pode ser incorporado à dieta do dia a dia, proporcionando enormes benefícios à saúde, como combate à retenção de líquido, desintoxicação do organismo, aumento da imunidade, hidratação, perda de peso e tantos outros!

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Aqui você confere receitas deliciosas e práticas de suco detox para experimentar já!

SUCO DETOX DE COUVE
O suco detox de couve é um dos mais tradicionais e feito pelas pessoas que querem perder alguns quilinhos. É um suco rápido e muito fácil de fazer. Assista o vídeo e aprenda a fazer:

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SUCO DETOX COM GENGIBRE
O suco detox de gengibre acelera o metabolismo e é ótimo para quem quer emagrecer e combater as celulites, tem efeitos anti-inflamatório e cicatrizante! A receita também leva melão, hortelã e água de coco. Confira!Save

INGREDIENTES:
150 ml de água de coco;
1 fatia pequena de melão;
1 colher de café de gengibre descascado e ralado;
Folhas de hortelã frescas.
MODO DE PREPARO
Bata todos os ingredientes no liquidificador, coe, adoce com adoçante de sua preferência e beba.
SUCO DETOX DE MELANCIA
O suco detox de melancia com gengibre é delicioso, emagrecedor e também muito nutritivo!

SUCO DETOX DE ABACAXI
O suco detox de abacaxi é excelente para eliminar toxinas do organismo e ajudar no emagrecimento. Esta receita deliciosa leva água de coco, maçã verde, suco de limão e hortelã. Confira!Save

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INGREDIENTES:
1 copo com abacaxi cortado em pedaços;
340 ml de água de coco natural;
Meio copo de água filtrada;
1 maçã verde descascada e sem sementes;
Suco de 2 limões;
Folhas de hortelã.
MODO DE PREPARO
Bata todos os ingredientes no liquidificador e consuma imediatamente. Não precisa coar!
SUCO VERDE DETOX
Você pode fazer um delicioso suco verde detox com couve, abacaxi, hortelã, limão, água e melado de cana (opcional). Ele também auxilia muito no emagrecimento, na desintoxicação do organismo e no combate à celulite e à retenção de líquido. Confira o modo de preparo no vídeo!

SUCO DETOX COM ÁGUA DE COCO
Além de ser deliciosa, a água de coco tem diversos nutrientes que deixa qualquer suco detox ainda mais benéfico! Ela pode ser incluída em diversas receitas com ingredientes diferentes e separamos uma bem especial, feita com morangos, suco de laranja e folhas de couve!Save

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INGREDIENTES
400 ml de água de coco;
2 folhas de couve (sem o talo);
2 xícaras (chá) de morangos cortados sem o talo;
Suco fresco de 3 laranjas.
MODO DE PREPARO
Bata todos os ingredientes no liquidificador e beba com gelo durante todo o dia.

O QUE É E QUAIS SÃO OS BENEFÍCIOS DO COLÁGENO TIPO 2?

O QUE É COLÁGENO
Colágeno é uma proteína essencial na construção e sustentação da pele, pois além ser a matéria-prima da composição do tecido dérmico, representa 30% das fibras do corpo humano. Alguns estudos mostram que a produção de colágeno pelo corpo pode ser afetada a partir dos 25 anos de idade, principalmente o colágeno tipo 1, e é por isso que os sinais de envelhecimento surgem.

TIPOS DE COLÁGENO
O colágeno é uma família constituída por pelo menos 27 integrantes – conhecidos como ‘tipo’ -, que estão espalhados por todo o tecido conjuntivo ao longo do corpo, como tendões, cartilagens, pele e veias. Cada um desses membros se diferem em estrutura molecular, diâmetro, composição de aminoácidos, concentração e em outros aspectos, mas a informação que pode ser mais importante para você é que os tipos de colágeno também possuem localizações diferentes, ou seja, cada um é caracterizado por auxiliar uma parte do corpo.

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O tipo mais conhecido de colágeno é o Tipo I, encontrado nos tendões, na derme, nos ossos e até mesmo na córnea. E é por isso que muitas pessoas recorrem à suplementação do nutriente pelo colágeno Verisol, para reverter os efeitos do envelhecimento cutâneo tratando e prevenindo rugas, fortificar as unhas, combater as celulites etc.

COLÁGENO TIPO 2
Esse tipo de colágeno é encontrado em lugares que resistem à grandes pressões, como nas cartilagens e articulações, discos invertebrais e nos olhos. Morfologicamente não é possível distingui-lo do colágeno tipo I.

Suplementação de colágeno tipo 2
Como foi comentado acima, existem muitos tipos de colágeno e cada um é responsável por uma parte do corpo, sendo assim, suplementar essa proteína se torna uma missão mais difícil, já que para beneficiar uma parte específica do corpo é preciso encontrar o colágeno compatível com a região. Em caso de suplementação com colágeno inespecífico, o corpo direciona o nutriente para onde há maior necessidade, e não necessariamente é o local que você deseja.

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Os peptídeos bioativos de colágeno tipo 2 são uma alternativa para quem busca prevenir lesões ou sofre com problemas como inflamação nas articulações, artrose e sobrepeso, que pode sobrecarregar as regiões que sofrem com maior impacto. Esse tipo de suplemento possui baixo peso molecular e alta biodisponibilidade, por isso é melhor absorvido pelo organismo. Além disso, há uma seleção para localizar os peptídeos bioativos mais compatíveis com as articulações e cartilagens, garantindo resultados mais eficazes.

Quer conhecer um colágeno de altíssima qualidade e aproveitar os melhores benefícios que ele pode entregar para a sua pele? Confira 5 diferenciais do melhor colágeno para a pele!

Como fazer a reposição de colágeno nos idosos

Como fazer a reposição de colágeno nos idosos O colágeno é uma proteína produzida pelo próprio corpo, correspondente a 30% das proteínas encontradas no organismo. Com o envelhecimento natural ,o organismo diminui a produção de colágeno a partir dos 25 anos, sendo necessária a reposição para manter uma vida saudável.

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Quais os benefícios do colágeno? O colágeno é uma proteína essencial para manter a pele firme, prevenir estrias e celulites, manter os cabelos saudáveis e renovar as células epiteliais. Além disso, essa proteína é muito importante para manter as células firmes e unidas, o que auxilia para manter a integridade e elasticidade de outros tecidos, como os músculos, ligamentos, tendões e articulações. Bons níveis de colágeno contribuem para: -Evitar lesões em quedas na terceira idade; -Prevenir doenças como a osteoartrite e a osteoporose; -Garantir a força dos dentes e unhas; -Fortalecer os músculos e facilitar a prática de exercícios físicos. Alimentos ricos em colágeno O colágeno pode ser muito encontrado em cremes e hidratantes para a pele e em suplementos alimentares em pó ou em cápsula. Se quiser adquirir o colágeno de forma natural, ele está presente em muitos alimentos. Gelatina É a principal fonte de colágeno, que afinal, é sua matéria-prima principal. O colágeno da gelatina é geralmente extraído da pele, tendões, ossos e cartilagens dos mamíferos. Além do colágeno, essa é uma sobremesa muito indicada pelos nutricionistas por ter baixo índice calórico. Carne vermelha A carne vermelha é rica em proteínas que estimulam a produção de colágeno no corpo.

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O músculo bovino cozido é uma das melhores opções. Carnes brancas como peixes também são alimentos ricos em colágeno, porém em menor quantidade que as vermelhas. Ovos A clara do ovo é rica em aminoácidos, glicina e prolina, que são os principais componentes do colágeno. Repolho O repolho é outro alimento rico em colágeno e também contém antioxidantes que aumentam a hidratação e a elasticidade da pele. Caldo de mocotó O caldo de mocotó é rico em colágeno por ser feito a partir do cozimento das patas bovinas sem casco. Algumas vitaminas são importantes para aumentar a absorção do colágeno no organismo. São elas: vitamina A, C, E, enxofre, silício, cobre, selênio e zinco. Por isso, além dos alimentos ricos em colágeno, faça consumo na alimentação de frutas cítricas, frutas vermelhas, aveia, vegetais de cor escura, alho, entre outros.

Por que sentimos cólica menstrual? Ginecologistas explicam

Todo mês é a mesma história: TPM, alterações de humor, vontade de atacar a geladeira e… cólica, muita cólica. Segundo um estudo realizado pela empresa MedInsight, denominado Dismenorreia e Absenteísmo no Brasil, cerca de 65% das brasileiras sofrem com o desconforto e 70% delas observam uma queda na produtividade durante a menstruação.

Os ginecologistas Edilson Ogeda, do Hospital Samaritano, Cíntia Pereira, da Rede de Hospitais São Camilo, e Eduardo Vieira da Motta, do Hospital Sírio-Libanês, explicam por que o problema é tão comum e ensinam como amenizar a dor:

A cólica menstrual, chamada cientificamente de dismenorreia, tem início com os ciclos menstruais ovulatórios, por volta de dois anos após a primeira menstruação. Durante o período fértil –fase do mês em que a mulher está ovulando e que dura cerca de seis dias– há a liberação de prostaglandina, substância que promove a contração do útero para a eliminação do sangue menstrual. Isso pode ocasionar desde um desconforto leve na região pélvica ou no baixo ventre até dores intensas, que chegam a ser incapacitantes.

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As cólicas costumam ser mais intensas na adolescência, especialmente nos primeiros anos após o início da menstruação. Essa é a época em que os ovários amadurecem e passam a liberar um óvulo por mês. O útero ainda é pequeno e o orifício de saída, mais fechado. Na fase adulta, a cólica pode ser mais forte em algumas mulheres por usarem absorventes intravaginais, que atrapalham a contração uterina, ou por terem sensibilidade à prostaglandina, problema que não tem causa aparente. Após a primeira gravidez, há chances de a intensidade da dor diminuir devido a alterações na musculatura do útero.

A cólica geralmente tende a melhorar com o passar do tempo. Se piorar e se tornar persistente, pode ser indício de uma doença mais séria, como pólipos, mioma uterino, e, a mais comum, endometriose. De acordo com um levantamento realizado pela Fundação Mundial de Pesquisas em Endometriose em dez países, existe um tempo médio de sete anos entre os primeiros relatos dos sintomas, como pontadas no ventre e dificuldade para engravidar, e a confirmação da disfunção. Portanto, é fundamental buscar auxílio médico ao perceber os primeiros sinais para esclarecer a causa do problema e descobrir o melhor tratamento.

Se a cólica estiver relacionada a alguma doença, o tratamento dependerá de suas particularidades. Caso um problema mais grave tenha sido descartado, o alívio pode ser obtido por meio de medicamentos anti-inflamatórios não hormonais, contraceptivos hormonais, dispositivos intrauterinos ou até mesmo medicamentos hormonais, que podem levar a mulher a ficar sem menstruar. A melhor opção para cada caso deve ser avaliada pelo seu ginecologista. Lembre-se: a automedicação pode oferecer riscos à saúde e não deve ser praticada. Tratamentos não medicamentosos, como compressas de água quente, massagem e acupuntura, também auxiliam no combate à dor. Odega explica que a aplicação de agulhas estimula a produção de serotonina e endorfina, neurotransmissores que aumentam a sensação de bem-estar. Já o calor da compressa provoca a dilatação dos vasos sanguíneos, atenuando a dor.

O mais eficaz é praticar atividades físicas ou fisioterapia regularmente para fortalecer a musculatura do baixo ventre, aumentar a produção de endorfina e reduzir o fluxo menstrual e os processos inflamatórios. Investir em uma dieta rica em fibras e vegetais, vitaminas B1, B6 e E, além de gorduras boas proveniente dos peixes, é outro hábito que contribui para a redução do desconforto. No período pré-menstrual, é aconselhável tomar bastante líquido e evitar a ingestão de café, chocolate e refrigerantes à base de cola –eles contêm cafeína, substância que contrai os vasos do endométrio, aumentando o mal-estar.

Você pode realmente esticar o seu pênis?

É uma mensagem de spam tão recorrente que se tornou quase lendária, mas é quase sempre uma farsa: um pequeno guia

Há uma coisa que une contas de e-mail ao redor do mundo: e-mails de spam que recomendam soluções e dispositivos milagrosos para alcançar a ampliação do pênis. É provável que “Ampliar o seu pênis” (em italiano) seja o objeto mais usado de todos os tempos nos e-mails, a ponto de se tornar uma frase quase lendária e que só identifica spam, ou seja, a prática enviando bilhões de lixo eletrônico na esperança de que alguém clique em seus links e acabe comprando drogas estranhas (que geralmente não são) ou produtos de vários tipos. Mas é realmente possível aumentar o comprimento do pênis permanentemente?

Soluções de diferentes tipos foram testadas para alongar o pênis, desde técnicas manuais até procedimentos cirúrgicos, com resultados alternados que até agora nunca levaram a formalizar tratamentos médicos adequados e suficientemente confiáveis. Algumas soluções, como aquelas propostas em spam, são quase sempre falsos e não levam a nenhum sucesso.

Até à data, na literatura científica limitada sobre o assunto, não há evidências convincentes sobre a eficácia dos métodos não-cirúrgicos para alongar o pênis, ou para aumentar sua largura ou melhorar a ereção. Os sistemas propostos, quase sempre remédios do tipo “faça você mesmo” e não recomendados por especialistas, prevêem o uso de bombas ou o uso de manipulação do eixo do pênis para melhorar a circulação sanguínea em seus vasos (é o influxo de sangue para trazer para a ereção, tornando as partes moles rígidas como resultado do aumento da pressão).

Bombas para aumento do pênis
Instrumentos deste tipo geralmente consistem em um cilindro dentro do qual o pênis deve ser inserido. Uma bomba, manual ou elétrica, cria uma condição de vácuo parcial dentro do cilindro, favorecendo a expansão do pênis: o vácuo parcial faz com que a pressão nos vasos sanguíneos aumente.

Se você sofre de impotência, bombas deste tipo podem ser usadas para facilitar a ereção, mesmo que o efeito seja temporário e exija o uso de um anel elástico (uma espécie de torniquete) para ser aplicado na base do pênis. para manter o sangue fluiu para os vasos. Não há evidências científicas convincentes de que essas bombas ajudem a alcançar um alongamento permanente.

Tração

Muitas coisas curtas podem ser alongadas puxando-as, muitas outras não. Os tecidos do pênis são macios e flexíveis, especialmente na ausência de uma ereção, e existem instrumentos que podem ser aplicados para aumentar a distância da base do pênis até a glande, fazendo com que a haste se prolongue. Algumas dessas ferramentas são cilíndricas e inseridas ao redor do pênis e depois esticadas com o tempo. Outros prevêem o uso de pesos reais, para explorar a gravidade e obter um alongamento. Não parece que essas soluções levar a resultados significativos, e também pode ser perigoso: os tecidos do pênis são submetidos a grande estresse eo risco de ferro-los ou danificá-los ao ponto de realmente não ser capaz de manter uma ereção completa.

A
ordenha do pênis “Ordenha do pênis ” ou “jelqing” é uma prática que deve servir para conseguir um aumento natural do pénis, favorecendo uma melhor circulação nos vasos sanguíneos. A manipulação consiste em espremer o pênis desde a base do eixo até o início da glande, com um movimento que se assemelha ao da ordenha das vacas. Aqueles que apoiam este tipo de prática afirmam ter alcançado resultados que não podem ser verificados, mas nunca foram cientificamente confirmados por especialistas. No entanto, a prática não é prejudicial e, obviamente, pode ser agradável.

Mas se você quer algum produto que realmente te ajude a aumentar o tamanho do seu pênis conheça o estimulante chamado Big Size.

Babosa: saiba como usar a planta em benefício da pele e do cabelo

A conhecida plantinha é hidratante, cicatrizante e anti-inflamatória, além de ser rica em diferentes vitaminas e minerais.

Originária do norte do continente africano, a babosa, também conhecida como “planta da imortalidade” ou Aloe Vera (nome científico), é um dos ingredientes naturais mais populares quando o assunto é cuidar da pele e dos cabelos.

Para quem não sabe, ela é integrante da família das suculentas, e no Brasil pode ser encontrada tanto em seu estado in natura – podendo ser cultivada em casa ou adquirida em lojas de produtos naturais, feiras livres e mercados -, quanto misturada às fórmulas de diferentes cosméticos, como sabonetes, xampus, loções, cremes hidratantes e outros.

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O sucesso da planta, como conta a dermatologista Priscila Guedes, não é em vão. Os principais ativos da babosa – que estão presentes no gel produzido por ela, e não na casca – são as vitaminas A, C, E, B1, B2, B3, B6 e B13, além de aminoácidos, manganês, magnésio, cálcio, ferro, zinco e selênio.

Mas o que isso significa?
De maneira prática, usar babosa é apostar todas as fichas em um ativo 100% natural que possui uma coleção de benefícios, seja em prol de uma pele saudável e bem tratada, ou a favor de um cabelo hidratado e brilhante.

Quando o assunto é pele, por exemplo, a planta atua, principalmente, como ingrediente calmante e cicatrizante. É também anti-inflamatória, regeneradora, hidratante e, de quebra, antimicrobiana, prevenindo e combatendo a proliferação de bactérias, vírus e fungos.

Luciana Labouriau, dermatologista da Clínica DrummonDermato, acrescenta a capacidade que a babosa tem de acelerar o processo de recuperação da pele, quando danificada por queimaduras e feridas como picadas de insetos, cortes e arranhões. Se aplicada no rosto, com o auxílio de um algodão, atua ainda como demaquilante, especialmente indicado para peles sensíveis, que tendem à vermelhidão e até rosácea.

Priscila destaca, ainda na temática pele, que a planta, por conta de sua ação antioxidante comprovada, pode ser uma ótima aliada contra o envelhecimento precoce da cútis, além de deixar o rosto sempre hidratado e com viço.

Portanto, cremes e loções à base de babosa e máscaras faciais que possuem o ingrediente em sua composição estão liberados, assim como a própria folha: corte-a ao meio, retirando o gel, e aplique-o na face ou na ferida em questão. Aguarde secar e deixe-o agir por alguns minutinhos, removendo com água corrente.

Dieta low-carb: porque reduzir o consumo de carboidratos ajuda a perder peso

Low-carb é a expressão em inglês para “baixo carboidrato”, ou seja, um hábito alimentar low-carb é basicamente aquele que tem baixo consumo de carboidratos. Em média um consumo menor que 100g por dia é considerado low-carb.

O princípio da utilização da dieta pobre em carboidrato baseia-se no fato de que, havendo uma grande restrição de carboidratos, com a sua resultante cetose, há uma oxidação lipídica, promovendo um efeito de saciedade e um aumento do gasto energético, fatores que devem promover um balanço energético negativo e consequente perda de peso.

Esta dieta, também conhecida como dieta cetogênica, tem essa denominação devido ao fato de quando a gordura é consumida metabolicamente, decompõe-se em glicerol e ácidos graxos livres, formando pares de dois compostos de carbono, denominados corpos cetônicos, do qual resulta um novo ácido graxo para ser usado como combustível energético.

Na dieta restrita em carboidratos, o percentual desse macronutriente varia entre 4% a 40%. Pode ser realizada por fases, primeira fase chamada de indução, segunda fase a da perda de peso contínua, terceira fase chamada de pré-manutenção e quarta fase que é a da manutenção.

Pode também ser realizada em apenas três fases das quais apenas muda o percentual de carboidratos; na primeira fase 10%, na segunda fase, 27%, e na terceira fase 28%, sendo que o percentual de carboidrato varia de acordo com quem prescreve.

Outra conduta é começar utilizando 20g/dia de carboidrato por 2 meses e após aumentar gradualmente pra 120g/dia. Ou pode ser realizada com uma quantidade inalterada durante todo o tempo da dieta, como por exemplo, 40g/dia de carboidrato.

De acordo com uma revisão de literatura feita por Layse Ramos de Moura em 2015, a dieta de baixo carboidrato tem se demonstrado eficaz em curto prazo para a perda de peso, diminuição dos níveis de triglicerídeos, aumento do HDL e aumento da adiponectin.

Além disso, em relação aos pacientes diabéticos também tem sido relacionada a melhorias na resistência a insulina, controle glicêmico, diminuição da HbA1c e redução dos medicamentos.

Em relação à dieta restrita em carboidratos e a diminuição dos níveis de LDL, os estudos que relacionam a dieta com benefícios nesse parâmetro ainda são escassos e a maioria deles não encontrou vantagens em restringir a ingestão de hidratos de carbono para diminuir os níveis de LDL. Sendo assim, esse é um motivo de preocupação para a aderência a dieta, tendo em vista que os níveis elevados de LDL estão relacionados a fatores de risco cardiovasculares.

Low-carb x Páleo: qual a diferença?

Na dieta low-carb, o que conta é apenas a quantidade de carboidratos (quantas gramas) se consome por dia, e não a sua qualidade.

Na dieta Páleo, evita-se alimentos industrializados ou processados, e os carboidratos são oriundos de vegetais e frutas. Além disso, grãos tais como trigo, aveia e soja, que não faziam parte da dieta pré-agricultura, são eliminandos. Ou seja, é uma dieta com mais hortaliças e frutas, mas completamente sem grãos.

Na dieta low-carb, todas as gorduras são iguais. Na dieta Páleo, parte-se do princípio de que as carnes consumidas por nossos antepassados eram magras (animais de caça), e “grass-fed”, isto é, de animais alimentados com pastagem.

No período Paleolítico, a relação de ácidos graxos ômega-6/ômega-3 era de 1:1 a 2:1. Na nossa dieta atual, é de 10 a 20:1. Animais criados a pasto tem boa proporção de ômega 3 em sua gordura; já aqueles engordados com grãos, têm muito ômega 6.

Nas dietas low-carb, não há restrição a laticínios fermentados (o leite é restrito por causa da lactose, que é um açúcar); na dieta paleolítica original não havia leite, nem laticínios.

Ambas as dietas restringem os legumes, mas por motivos diferentes: os legumes têm certa quantidade de carboidratos, motivo pelo qual são restritos nas dietas low-carb. Legumes (feijões, lentilhas) contêm alguns antinutrientes (substâncias que impedem a absorção de nutrientes pelo intestino), algumas substâncias irritantes/inflamatórias e não faziam parte da dieta paleolítica original, e por isso também são restritas na dieta Páleo.

A dieta paleolítica contém entre 100 e 150g de carboidratos por dia, o que é muito menos do que os 300 ou 400g da dieta ocidental tradicional. No entanto, é muito mais do que uma dieta low-carb tradicional, como uma dieta Atkins (20g de carboidratos ao dia).

Comida de verdade

Esse é um termo muito comumente usado por pessoas que fazem a dieta de baixo carboidrato e/ou Páleo. O termo “comida de verdade” refere-se basicamente a alimentos minimamente processados.

No Brasil, o médico urologista, José Carlos Souto, tem um blog muito completo sobre o tema: http://www.lowcarb-paleo.com.br, que associa a dieta paleolítica com a low-carb. Sua definição para “comida de verdade” é a seguinte:

“Shake e bolachas mugem, balem, cacarejam, nadam ou fazem fotossíntese? Não? Então não coma. Coma plantas. Coma bichos. Coisa sem rótulo. Coisas que precisam ser mortas. Coisa que estragam fora da geladeira. Comida. Algo você tem que disputar com as bactérias e fungos, comer antes que eles comam. Não essas coisas sintéticas que não estragam nunca, pois são tão desprovidas de valor nutricional, que nem mesmo bactérias e pragas consomem. COMIDA é um SER VIVO. Lembre-se disso“.

Histórico

Muitos ouviram falar da dieta com baixo carboidrato pela primeira vez quando a dieta do cardiologista americano Robert Atkins, se popularizou. Ele publicou seu primeiro livro em 1972, A Dieta Revolucionária do Dr. Atkins, que foi revisado em 1992, como A Nova Dieta Revolucionária do Dr. Atkins.

No entanto, a dieta de baixo carboidrato começou muito antes, com um senhor de 66 anos, em 1862. Pesando mais de 90 quilos em 1,65 metros, William Banting estava com tanto sobrepeso que não conseguia amarrar seus sapatos. Nesse ano, apresentando muitos problemas, entre eles, dificuldade para ouvir, Banting consultou o otorrinolaringologista, William Harvey, que disse que seu problema era a obesidade: sua gordura estava pressionando seu ouvido interno. Harvey, então, prescreveu a ele uma dieta sem açúcar ou amido, sem cerveja ou batatas, somente com carne, peixes e vegetais.

A dieta funcionou e seus problemas, incluindo as dificuldades de audição, desapareceram. Inspirado, ele publicou seu primeiro livro sobre dieta com baixo carboidrato em 1863, Letter on Corpulence.

O próximo estágio da história da dieta com baixo carboidrato ocorreu entre 1890 e 1900, com um conceito chamado caloria. O químico agrícola chamado Wilbur Atwater, teve a brilhante ideia de que se colocasse um pouco de alimentos em um mini-forno, chamado calorímetro, e os queimasse até virar cinzas, poderia medir a quantidade de calor que ele produzia. Ele chamou essa unidade de medida de caloria.

A ideia é simples: o corpo é como esse mini-forno, “queimando” calorias e, se você come mais do que você queima, ganha peso; se queima mais do que come, perde peso.

Entretanto, Banting fez uma importante observação. Esse ganho ou perda de peso é mais do que isso. Primeiro, ele notou que o que ele comia fazia mais diferença em suas células de gordura do que o quanto comia. Essa é exatamente a filosofia central da Dieta Metabólica, que diz que apesar de as calorias serem importantes, o tipo de calorias que se consome determina sua resposta hormonal ao alimento, que, por sua vez, determina sua tendência de armazenar ou queimar gordura.

Depois disso, logo após a Segunda Guerra Mundial, o departamento médico de E.I. DuPont estava com um problema: a crescente obesidade entre seus funcionários.

DuPont contratou Alfred Pennington para descobrir porque as dietas tradicionais de baixas calorias não estavam funcionando. Ele percebeu que era devido à incapacidade do corpo de usar carboidratos para outra coisa a não ser produzir gordura.

Pennigton colocou os executivos da DuPoint em uma dieta rica em gordura, rica em proteína e pobre em carboidratos, sem restrição de calorias. Os pacientes disseram se sentir bem, aproveitar as refeições e nunca sentir fome entre as refeições. As 20 pessoas obesas que ele tratou perderam em média 10 quilos, em um período médio de três a quatro meses.

Nos anos quarenta, Pennington estudou os hábitos de saúde e nutrição de empregados da E.I. DuPont. Em 1951, ele lançou uma dieta que realmente funcionava e que era realmente similar à dieta descoberta por William Banting há quase um século. Assim, ele lançou sua teoria.

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A essência da teoria de Pennington é que as pessoas engordam não porque comem muito, mas devido ao que seu corpo faz com o alimento – transformando o que comem em gordura. Dietas com baixas calorias não funcionam, porque as pessoas com sobrepeso não quebram totalmente os carboidratos e a maioria deles se converte em gordura.

Sua solução é parcialmente baseada nas descobertas de experimentos do Russel Sage Institute, em 1928: cada refeição deve consistir de 57 a 85 gramas de gordura e 170 a 255 gramas de carne. A dieta de Pennington ficou popularmente conhecida como Dieta duPont e foi publicada na Holiday Magazine em junho de 1950.

Paralelo ao estudo de Pennington, no distante e gelado Ártico, um explorador chamado Vilhjalmur Stefansson observou a dieta dos esquimós inuítes que viviam lá. Apesar do fato de eles consumirem uma dieta que consistia quase que exclusivamente de carne, peixe e gordura, eles continuavam incrivelmente saudáveis.

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Para estudar os possíveis efeitos da dieta, uma equipe de pesquisa médica fez um rigoroso estudo. As descobertas foram publicadas no The Journal of the American Medical Association, em 2 de julho de 1926, em um artigo chamado “The Effects of an Exclusive Long-Continued Meat Diet.” O resultado? O comitê não conseguiu encontrar nenhum traço de evidências dos supostos efeitos prejudiciais da dieta.

Nos anos cinquenta, dois pesquisadores, Alan Kekwick e Gaston L.S. Pawan, conduziram juntos um estudo para testar a teoria de que diferentes proporções de carboidratos, gordura e proteína podem ter diferentes efeitos na perda de peso, mesmo se as calorias forem as mesmas.

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Eles colocaram pessoas obesas com uma dieta de 1.000 calorias, mas variaram as porcentagems de proteína, carboidrato e gorduras. Algumas pessoas tinham 90% de proteína; outras, 90% de gordura; e outras, 90% de carboidratos. As pessoas no grupo de 90% de proteína perderam 0,27 quilos por dia; as do grupo da gordura perderam 0,41 quilos por dia e as do grupo de carboidratos, na verdade ganharam um pouco de peso. Obviamente, algo além das calorias age aqui.

Reforçando essas descobertas estão estudos com resultados similares. Em 1958, Richard Mackarness, médico que teve a primeira clínica de obesidade e alergia alimentar da Inglaterra, publicou o Eat Fat and Grow Slim, onde argumenta que são os carboidratos, e não as calorias, os culpados pelo ganho de peso.

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Ele foi o primeiro a especular se talvez a razão de algumas pessoas simplesmente não perderem peso era devido a um defeito metabólico em sua capacidade de processar carboidratos. Em muitas formas, ele foi pioneiro no trabalho no final do século XX que levou conceito que hoje é comum de “Síndrome Metabólica” ou “Síndrome X”.

Nos anos sessenta, um médico de Nova York chamado, Herman Taller, publicou o livro Calories Don’t Count, onde explica porque a dieta com baixas calorias não funciona para algumas pessoas e porque dietas ricas em gorduras e calorias fazem algumas pessoas perder peso. Taller disse que nem todas as calorias são iguais e que os carboidratos apresentam um problema diferente ao corpo (pelo menos, para algumas pessoas). Ele disse que as dietas ricas em calorias estimulam a insulina e criam mais gordura, particularmente em pessoas que são sensíveis aos carboidratos.

Nos anos cinquenta e sessenta, um cientista chamado Ancel Keys começou a estudar doenças cardíacas e dieta e concluiu que o colesterol era a causa de doenças cardíacas, gorduras saturadas causavam aumento no colesterol e, portanto, gorduras saturadas causam a doença.

O estudo Seven Countries, de Keys, tornou-se a base de uma política dietética de mais de três décadas, indiretamente levando à fobia contra gordura dos anos oitenta e diretamente relacionada a uma burocracia inteira devotada à redução do colesterol e à produção de algumas das drogas mais lucrativas da história da indústria farmacêutica.

Embora estudos anteriores estivessem certos em mirar o papel do metabolismo nos ganhos de peso e obesidade nos anos noventa, uma série de proponentes de perda de peso começou a focar na insulina e no metabolismo como determinantes críticos na obesidade.

Entre eles, estava o cardiologista americano, Robert Atkins, e Barry Sears, com o livro Into The Zone, em 1995, além de Michael e Mary Dan Eades, com Protin Power, em 1995.

Essas visões ganharam mais apoio, quando Walter Willett, presidente do Departamento de Nutrição da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard e um dos pesquisadores mais respeitados do país, sugeriu um novo pensamento e uma reformulação da Pirâmide Alimentar do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em 1992, que por uma década, promoveu de seis a 11 porções por dia de grãos, pães e massas.

Em essência, a insulina tem um papel enorme, principalmente devido ao consumo excessivo de carboidratos processados/refinados e açúcar, que torna o corpo resistente a ela. Comer muito carboidrato resulta em aumento rápido do nível de glicose do sangue que leva o corpo a liberar mais insulina.

A insulina inunda o corpo, resultando em uma queda súbita do nível de açúcar, que desencadeia sensações de fome, promovendo, assim, o consumo de mais carboidratos e açúcar. Com a repetição das flutuações dos níveis de açúcar do sangue, o corpo cedo ou tarde passa a ter dificuldade de responder à insulina.

No começo do ano de 1996, Mauro Di Pasquale publicou o The Anabolic Diet, uma versão anterior do Metabolic Diet. O Metabolic Diet engloba todas as várias dietas que são restritas em carboidratos, incluindo aquelas com os mais baixos níveis de ingestão de carboidrato, como a Dieta Anabólica, a dieta do Dr. Atkins, entre outras.

Di Pasquale desenvolveu a dieta parcialmente por seus 30 anos de experiência em uma clínica Bariátrica, que trata pessoas com obesidade severa.

As dietas Anabólica e Metabólica, embora introduzidas ao público geral em 1995, foram desenvolvidas há mais de três décadas antes. Ele começou a descobrir o valor de uma dieta com baixo carboidratos e rica em proteína e gordura quando era um estudante, em meados dos anos sessenta.

A dieta de Di Pasquale, embora adote a ingestão de poucos carboidratos, também leva em conta as preocupações de saúde levantadas por médicos, nutricionistas e outros profissionais de saúde contra dietas com baixo carboidrato, especialmente no modo cetogênico, onde o excesso de corpos cetônicos no corpo são excretados e detectados na urina. Algumas pessoas argumentam que dietas cetogênicas são perigosas e podem levar a cetoacidose.

Embora esse conceito aplicado a pessoas saudáveis seja errado, a cetose crônica, devido a seus efeitos catabólicos, deve ser evitada. Assim, sua dietas contendo várias fases mantêm todos os efeitos positivos da redução do carboidrato e do aumento da proteína e da gordura, mas não seus efeitos negativos.

Jejum Intermitente

Jejum intermitente (JI) é uma estratégia natural em que se alterna os períodos de alimentação e jejum (restrição total ou parcial do consumo de energia). É uma técnica de padrão alimentar em que o indivíduo se submete a diferentes períodos de jejum.

Essa técnica tem atraído muita atenção, sendo atualmente considerada uma prática bastante popular para a perda de peso e melhoria da saúde.

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Por ser uma técnica viável e acessível para a maior parte das pessoas, novas pesquisas são necessárias para medir a eficácia dessa estratégia na prevenção e no controle de doenças metabólicas e cardiovasculares.

Jejum Intermitente é técnica de alternação de períodos de alimentação e jejum
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Algumas pessoas tem medo de jejuar, mas essa estratégia é natural.

Os povos antigos fizeram jejum. Muitas vezes porque não havia alimento disponível.

Não tinham geladeira, supermercado…mas, seus organismos funcionavam sem alimento por longos períodos.

O jejum é também uma prática comum em algumas religiões: judaísmo, cristianismo, islamismo, budismo…

Além disso, fazemos jejum durante o sono.

Dessa forma, o jejum intermitente pode ser tão simples quanto prolongar esse jejum (durante o sono) um pouco mais.

Jejum Intermitente Benefícios
Metabolismo
Antigamente, o organismo humano regulava o metabolismo para o uso eficiente de nutrientes e para o armazenamento significativo de gordura.

No entanto, o nosso ambiente externo sofreu mudanças drásticas devido a urbanização e fácil disponibilidade de alimentos.

Essa mudança desequilibrada resultou em uma grande epidemia de condições caracterizadas por diversos distúrbios metabólicos: diabetes, obesidade…

Mudar hábitos alimentares é muito importante para reduzir distúrbios metabólicos
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Todas esses distúrbios metabólicos envolvem resistência à insulina, níveis elevados de lipídios plasmáticos e níveis elevados de mediadores inflamatórios crônicos.

Isso tudo pode inclusive aumentar o risco de doenças cardiovasculares.

Como é de conhecimento de todos nós, a mudança dos hábitos alimentares é considerada de extrema importância para reduzir o risco dessas condições.

Estudos apontam que o jejum pode apresentar inúmeros benefícios para o seu organismo, contribuindo para que você possa viver mais e com mais saúde.

Isso porque essa técnica tem o potencial de corrigir algumas anormalidades metabólicas.

As alterações metabólicas devido ao jejum em seres humanos, foram investigadas pela primeira vez para o tratamento da obesidade, dentre outros distúrbios.

O tecido adiposo além funcionar como um reservatório para armazenar energia também funciona como um regulador do metabolismo.

Estudos mostram que o jejum pode corrigir anormalidades metabólicas
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As células adiposas produzem substâncias que têm importantes efeitos regulatórios na inflamação, sensibilidade à insulina, coagulação, apetite, gasto de energia e etc.

O excesso de tecido adiposo no organismo leva à produção desregulada dessa substância, podendo ocasionar problemas inflamatórios, cardiovasculares e resistência à insulina.

Estudos têm indicado a regulação do metabolismo através da aplicação do jejum intermitente.

Foram observados resultados positivos utilizando essa técnica na saúde humana.

Tais resultados indicaram melhorias no perfil lipídico, redução de respostas inflamatórias, dentre outros fatores.

No que diz respeito aos indivíduos obesos, observou-se uma melhor adesão ao jejum intermitente em relação as medidas tradicionais de restrição calórica.

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Jejum Intermitente Emagrece
Como mencionado anteriormente a técnica do jejum intermitente tem atraído muita atenção, pois se tornou uma estratégia bastante popular para a perda de peso.

Jejum Intermitente emagrece principalmente porque é uma técnica simples, “barata” e eficaz de restringir as calorias, além dos outros efeitos benéficos mencionados anteriormente.

Leia também: protocolo Jejum Intermitente

No entanto, é importante considerar que para aproveitar os benefícios da aplicação do JI, você deverá se alimentar de forma correta durante as janelas alimentares.

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Com a restrição calórica, o jejum intermitente pode levar à perda de peso.

Em uma pesquisa realizada em 2011, observou-se que o jejum intermitente e a restrição diária de calorias são igualmente eficazes na promoção da perda de peso em indivíduos com sobrepeso e obesidade.

O jejum intermitente não é uma dieta, mas uma técnica utilizada para acelerar a perda de gordura e o crescimento muscular.

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Como Funciona Jejum Intermitente
O nosso corpo deve continuar funcionando ao longo do período de jejum. Mas, os processos metabólicos do organismo se alteram quando não comemos por um tempo.

Durante o sono, o nosso organismo reduz o índice de insulina e aumenta o índice de glucagon. O glucagon é um hormônio responsável pela lipólise (quebra de gordura).

O que acontece com o nosso organismo durante o jejum?
Diminuição do índice de açúcar no sangue.
Diminuição do índice de insulina (reduz a gordura viceral). Isso permite que a gordura armazenada no nosso corpo fique disponível para ser queimada.
Aumento do índice de glucagon (responsável por queimar a gordura).
Aumento da produção de hormônio do crescimento. Isso traz benefícios na queima de gordura e no ganho de massa muscular.
O organismo inicia um processo de reparação celular. Inicia-se um processo de remoção de toxinas que estão dentro das células.
O período de jejum pode ser muito desconfortável para algumas pessoas.

A alimentação restrita geralmente é associada com irritabilidade, perda de força, extrema fome, e outras coisas negativas.

Mas, uma vez que o corpo está acostumado, a fome irá diminuir e o humor poderá se tornar mais positivo.

Quem Não Pode Fazer Jejum Intermitente
As pessoas que possuem problemas de saúde ou que sentem dificuldade em fazer o jejum devem sempre procurar orientação de um médico ou nutricionista antes de iniciar a prática.

O jejum intermitente não é recomendado para:

Pessoas com baixo peso;
Pessoas com transtornos alimentares;
Mulheres grávidas;
Mulheres que estão amamentando;
Pessoas com diabetes;
Outras pessoas que precisam controlar de perto o açúcar no sangue.
Como Fazer Jejum Intermitente
Os métodos de jejum intermitentes normalmente envolvem jejuns diários de 16 horas, ou jejum de 24 horas, duas vezes por semana.

Como Fazer Jejum Intermitente 16h: Método 16/8
No primeiro método mencionado (Método 16/8), o jejum ocorre por 16 horas. A alimentação é separada em 3 refeições, tendo uma janela alimentar (período que pode comer) de 8 horas, todos os dias.

Para aplicar este método, basta não comer depois da jantar e pular o café da manhã. Se você terminou de comer às 20h, só vai comer novamente às 13h do dia seguinte.

Essa é uma técnica simples e fácil de se adaptar. Por ser um método aplicado diariamente, o nosso corpo pode acabar aprendendo precisamente a esperar a comida.

Faça uma alimentação saudável durante a janela de alimentação.

Como Fazer Jejum Intermitente 24h: Método Coma-Pare-Coma
O jejum de 24 horas é um método de jejum completo, que normalmente é feito uma ou duas vezes por semana. Nessa técnica o jejum pode começar a qualquer hora do dia, e pode ser realizado em várias frequências, embora geralmente não ultrapasse a duas vezes por semana.

Para aplicar esse método, basta jantar e só comer novamente no jantar do dia seguinte.

No início, o método de jejum por 24 horas pode ser bastante difícil. Aconselha-se começar com os outros métodos mais simples e fáceis de adaptar.

Como Fazer Jejum Intermitente: Método 5/2
Pelo método 5/2 você poder se alimentar normalmente em 5 dias da semana. Nos outros 2 dias da semana você irá o consumo de calorias para 500-600 (duas refeições pequenas).

Esse método é bastante criticado, pois ainda não há pesquisas consolidadas que defenda a sua aplicação.

Questiona-se também a manutenção do jejum durante os 2 períodos em que há o consumo de calorias, mesmo que restritas.

Método Dieta do Guerreiro: Warrior Diet
Esse método é outra variação do jejum diário e é um passo mais extremo do que o método 16/8. A dieta do guerreiro promove uma única refeição saudável por dia (normalmente jantar).

Os adeptos desse método entendem que esse padrão de alimentação está em sincronia com o ritmo circadiano dos seres humanos, promovendo a saúde ao remover as toxinas nocivas ao organismo.

Água Quebra Jejum? O Que Quebra o Jejum Intermitente?

Água não quebra o Jejum!

Nenhum alimento pode ser consumido durante o período de jejum, mas você pode beber água, chá, café e outras bebidas não calóricas (sem adicionar açúcar ou adoçantes).

Você deverá beber bastante água para se manter hidratado e para também aliviar a fome.

O consumo ideal é de 0,35 a 0,45 ml de água por kg, salvo o indivíduo cardíaco ou renal crônico (precisa de avaliação médica).

Exercício em Jejum Emagrece
Alguns estudiosos defendem que o jejum pode prejudicar ganhos atléticos.

Argumentam que as refeições próximas ao treino são essenciais para o melhor desempenho e que a sensação de fome poderia aumentar.

No entanto, o jejum seguido por exercícios físicos virou uma tendência. Muitas pessoas passaram a seguir essa prática com o objetivo de perder gordura de forma mais rápida.

Sendo assim, outros estudos indicam a atividade física realizada em jejum é realmente benéfica para a saúde.

Praticar atividades físicas, além de manter o organismo ativo, ajuda na perda de calorias. A prática de exercícios alinhadas ao jejum pode melhorar a sua saúde.

Pesquisas na área têm indicado que a prática de atividade aeróbica é eficaz para a perda de gordura localizada.

Exercícios regulares juntamente com o jejum irá fazer com que a gordura armazenada fique mais acessível para ser usada como fonte de energia.

O exercício físico seguido do jejum aumenta a produção do hormônio do crescimento (GH), envolvido diretamente com as funções metabólicas do nosso organismo.

Esse hormônio também é responsável por estimular o crescimento muscular, força e desempenho nos exercícios físicos.

Mas cuidado!
Devemos lembrar que nem todos podem aplicar o jejum intermitente como uma estratégia para o emagrecimento.

Para algumas pessoas o jejum pode ser prejudicial à saúde, não podendo ser recomendado a menos que seja feito um acompanhamento médico.

Exemplo:

Pessoas que estão abaixo do peso;
Pessoas com transtornos alimentares;
Mulheres grávidas;
Mulheres que estão amamentando;
Outras situações específicas.
Diante disso, antes de resolver aplicar a técnica do jejum intermitente, juntamente com a atividade física, você deve consultar um profissional da saúde.

O médico ou nutricionista irá lhe acompanhar e avaliar sua saúde para poder indicar o melhor caminho para você seguir.

Lembre-se que não apenas o jejum alinhado à atividade física é o bastante para emagrecer e manter a saúde em dia.

É importante que você mantenha também uma reeducação alimentar.

Dúvidas Frequentes sobre Jejum Intermitente
O jejum faz o nosso metabolismo ficar mais lento?
Estudos realizados, mostraram que o jejum em curto tempo (cerca de 36 horas) acelera o metabolismo.

Mas foi constatado que o jejum que dura por mais tempo (dois dias ou mais) pode fazer com que o seu metabolismo fique mais lento.

Quais líquidos posso ingerir durante o jejum?
Como mencionado ao longo do artigo você pode beber água, chá, café ou qualquer outra bebida, desde que não tenha calorias.

Não pode adicionar adoçante, açúcar, mel…ou seja, a bebida não pode ter calorias. Se você ingerir calorias, seu organismo sairá do estado de jejum.

Jejum Intermitente o que comer depois
Proteínas, gorduras, fibras, vitaminas e minerais são essenciais para uma boa saúde.

Uma vez que esses nutrientes não são consumidos durante o jejum, eles são especialmente importantes para quebrar o jejum.

Posso fazer atividade física em jejum? Jejum intermitente atrapalha a hipertrofia?
Como dito, alguns estudiosos defendem que a atividade física não pode ser realizada em jejum.

No entanto, o número de profissionais da saúde que afirmam os benefícios da atividade física em jejum, tem crescido bastante. Recomenda-se tomar BCAA antes do treino.

Pessoas que objetivam a perda de peso, normalmente também perdem massa muscular.

No entanto, algumas pesquisas apontam que a prática do jejum intermitente causa menos perda de massa muscular do que uma dieta baseada em restrição de calorias.

Para que você possa manter sua massa muscular em dia, consuma suas proteínas e não deixe de fortalecer sua musculatura!

É perigoso fazer jejum? Vou me sentir mal?
Fazer jejum em curto tempo (até 36 horas) não será perigoso para a sua saúde. Na verdade, há inúmeros benefícios.

Você sentirá fome no início, mas depois de um tempo seu corpo irá se acostumar.

Pode ser que você sinta uma fraqueza, tontura e dor de cabeça, mas isso será apenas temporário.

Esses efeitos costumam aparecer em decorrência da eliminação das toxinas pela corrente sanguínea.

Por isso é importante tomar bastante água durante o estado de jejum.

Quantos dias posso fazer jejum intermitente?
Os métodos mais comuns envolvem o jejum diariamente (método 16/8) ou a cada dois dias (método 24 horas). Normalmente não se ultrapassa 24 horas seguidas.

Caso você esteja praticando um jejum mais leve, como por exemplo, o método 16/8, poderá faze-lo todos os dias, se estiver bem adaptado com essa técnica.

Jejum Intermitente Resultados Esperados
Os resultados comuns do jejum intermitente são:

Durante o jejum o os níveis de hormônio do crescimento aumentam. Isso resultará na queima de gordura e no ganho de massa magra (massa muscular).
Durante o jejum os níveis de insulina no sangue irão cair. Isso resultará na maior disponibilidade de gordura a ser queimada. Resultará também na prevenção de Diabetes Tipo 2.
Durante o jejum haverá um processo de reparação cellular e eliminação de toxinas. Isso resultará na prevenção de várias doenças, principalmente o câncer.
Durante o jejum intermitente você vai queimar gordura sem ter a necessidade de restringir as calorias conscientemente. Assim, você emagrecerá mais rápido.
Durante o Jejum Intermitente os níveis de cholesterol ruim (LDL) caem. Isso resultará na prenvencão de doenças no coração.
Conclusão
Os benefícios do jejum intermitente em seres humanos ainda não foram totalmente explorados na literatura.

Alguns pesquisadores afirmam que isso é apenas a ponta do iceberg. Acreditam que as melhorias de saúde derivadas do jejum intermitente são vistas em condições diferentes do organismo.

Alguns estudos foram projetados para avaliar as conseqüências da aplicação dessa técnica em condições específicas, como por exemplo em seguidores do Ramadã.

O Ramadã é um mês sagrado no calendário islâmico, no qual os muçulmanos devem abster-se de comer ou beber durante o dia, resultando em aproximadamente 12 horas de jejum.

Poucos estudos realizados até agora exploraram a eficácia desta técnica na regulação do metabolismo.

Outras investigações são necessárias para determinar a freqüência e / ou duração do jejum intermitente necessário para exercer um efeito positivo sobre o metabolismo.

Diante disso, por ser uma técnica viável e acessível para a maior parte das pessoas, novas pesquisas são necessárias para medir a eficácia dessa estratégia na prevenção e no controle de doenças metabólicas e cardiovasculares.

Remédios Caseiros mais Eficazes para Perder Peso Mais Rápido

Descubra os remédios caseiros mais eficazes para perder peso rápido. Você saiba que as frutas são os melhores remédios naturais que ajudam a perder peso e combater a obesidade, que é uma das doenças mais comuns na sociedade de hoje. Os obesidade hoje em dia afeta muitas pessoas que não fazem nada para cuidar de sua saúde, tendo a solução ao alcance de sua mão.

A obesidade pode ser causada por vários fatores, entre eles temos o estilo de vida, fatores genéticos, problemas hormonais, os quais ocasionam grandes riscos para a saúde da pessoa ocasionando dores, diabetes, problemas cardiovasculares, entre outros problemas difíceis de curar.

Lista de Remédios Naturais para Perder Peso
Se você está à procura dos melhores tratamentos naturais para a obesidade, este post pode te ajudar a superar esse problema e recuperar a sua saúde o mais rapidamente possível.

O abacaxi e melão. São frutas que encontramos com alto conteúdo de água e muito hidratantes, os quais te ajudarão a perder peso, em momentos que procura tomar refrigerantes ou bebidas com adição de açúcar.
O Gengibre: É muito eficaz para perder peso, eliminando a acumulação de colesterol ruim ou lipoproteínas de baixa densidade.
Leite: É essencial para a saúde, produz massa corporal e ajuda a reduzir a gordura abdominal.
Os Vegetais verdes como a Espargo e Alcachofra: São muito bons para perder peso, diminui o nível de açúcar no sangue, é diurético e, além disso, antidiabéticos naturais por seus benefícios.
A Quinua: Tem ação hipoglucemiante, reduz o colesterol no sangue,está indicado em casos de obesidade, o que ajuda a eliminar as toxinas ruins.
Pimenta: Tem beta-caroteno, extrato de páprica, quercetina e luteolina, previne o colesterol e favorece a absorção dos nutrientes na digestão de ferro no organismo.
As Azeitonas:Tem nutrientes como gorduras insaturadas com ação antioxidante, os quais dão uma energia extra. Este alimento ajuda a manter o nível normal de sangue, fibras e vitamina E.
O Óleo de Oliva: É um ótimo antioxidante que tem polifenol e tem vários benefícios ao organismo, reduz o nível de colesterol e ajuda o coração.
Chá Verde: Aumenta nosso metabolismo para queimar gordura, é um antioxidante que se serve para emagrecer.
Tangerina: Nos torna mais sensíveis à insulina e é bom para a diabetes.
Hortelã: Melhora o aparelho digestivo, reduzindo a irritação dos intestinos, como a diarreia, colite e os gases e reduz os vômitos e cólicas abdominais
Limão: É um antioxidante que nos torna mais imune a doenças e ajuda a nosso fígado para que você possa queimar as gorduras.
O Slimcaps: Contém lecitina e vitamina C, que reduz o mau colesterol no sangue. Este alimento melhora a memória e o desempenho escolar. Além disso, o emagrecedor slimcaps é excelente porque reduz os triglicérides, o colesterol no sangue. Reduz também a gordura corporal , útil para a digestão.

Leia também: melhor Remédio caseiro para emagrecer é bom

Kiwi: Esta fruta contém poucas calorias, um sabor agradável e muitos benefícios que lhe permitirá reduzir o colesterol. possui vitamina C, fibras, antioxidantes e ajuda a diminuir o apetite,
Morango: Esta fruta é ideal para eliminar gorduras e toxinas baixos em calorias, contém água e fibras de que necessita o nosso organismo.
Uva: Essa fruta possui um composto cítrico que possui uma enzima que serve para controlar o nível de gordura e açúcar no sangue. Além disso, é um bom antidiurético que ajuda a eliminar o que nos é indispensável.
Goji bery: É um alimento que contém fibras e ajuda na digestão. É bom para eliminar as más calorias no organismo. Além disso, o extrato de goji em cápsulas é indicado para o emagrecimento e controla o metabolismo. É útil para queimar calorias e ajuda no funcionamento do corpo.
A Erva-doce: tem sido utilizado para reduzir o apetite, há muito tempo. Tomar um a três xícaras de chá verde por dia também pode ajudar a diminuir o peso esperado.
O Vinagre: é muito bom para perder peso. Tomar vinagre de maçã e suco de limão por noite com um copo de água ajuda no metabolismo.
O Dente-de-Leão: É uma erva amarga que facilita a digestão, aumentando a secreção de saliva e sucos gástricos.
A Água natural: A água é um componente importante no organismo .Não se esqueça de beber 2 litros de água por dia para limpar impurezas e ter uma pele saudável.


Leia também: Kifina é bom
Alface: Tem poucas calorias e não te traz gorduras.
Dicas rápidas para perder peso de forma saudável:
Procure comer comida caseira.
Reduza a quantidade de calorias que consome.
Dividida seus pratos em várias pequenas refeições durante o dia.
Consuma mais frutas e legumes . Também evite os açúcares e farinhas refinadas.
Escolha temperar as refeições, com espécies como o orégano, é um bom digestivo.
Você precisa fazer exercícios, aumente a quantidade de exercícios, os dias, o tempo e a intensidade.
Consuma chá ou café duas vezes ao dia.
Meditar permite sentir-se bem com seu corpo e mente.
Consulte um nutricionista.
Muda constantemente de exercícios para que seu corpo não se acostume e pare de perder peso.


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As caminhadas são ideais para perder peso e são boas para começar.
Dicas Finais para Perder Peso
O estresse se torna mais difícil emagrecer o que te faz comer mais por razões emocionais. Aproveite o sol em geral, as pessoas obesas têm carências de vitaminas D, que ajuda a emagrecer e que o corpo funcione melhor e não se esqueça de fazer exercícios físicos.

Leia também: Farinha seca barriga é bom

Chá emagrecedor funciona mesmo? Ajuda a desinchar? Entenda

A população brasileira enfrenta uma crise de saúde pública com um crescimento rápido de pessoas com excesso de peso.

Diante deste quadro, não é surpresa perceber que a todo momento surgem novas estratégias prometendo o emagrecimento imediato: dietas, remédios, shakes, sucos e outros modismos que vêm e vão a todo momento.

Você com certeza já deve ter ouvido falar também sobre chá emagrecedor, certo?

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Outra promessa que dá o que falar entre as pessoas que estão desesperadas por perder uns quilinhos!

Em primeiro lugar, devo lembrar que é inútil depositar todas as esperanças em qualquer uma dessas alternativas sem antes rever a alimentação como um todo. Não há bebida, pílula ou fórmula no mundo que ajude a baixar o peso.

Se existisse um chá emagrecedor que servisse para combater a obesidade, com certeza o seu criador já estaria bilionário e não existiriam tantas pessoas acima do peso na nossa sociedade.

Ou seja: o milagre do emagrecimento ainda não foi inventado.

Mas o que funciona, de verdade, é um estilo de vida saudável, com uma alimentação de qualidade (de preferência com mais comida de verdade!), junto com um comportamento tranquilo diante da comida e atividade física regular.

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Saiba mais sobre esse conceito de comida de verdade nesse vídeo do meu canal:

Comida de verdade e vida ativa
Chegar a um peso saudável exige uma melhora da saúde e do estilo de vida.

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Porque mais importante do que perder alguns quilos é conseguir manter esse peso. Você pode até ter ouvido algum caso de alguém que reduziu as medidas tomando algum tipo de chá emagrecedor.

Mas qualquer coisa que faça emagrecer de forma drástica não é sustentável a longo prazo, porque o metabolismo precisa de um tempo para se adaptar a certas mudanças.

Por isso sou contra as dietas restritivas e a qualquer outro método radical.

Por isso criei método Efeito Sophie, uma forma de rever a forma de meus pacientes reverem a sua relação com a comida e voltarem a compreender os sinais do corpo, como fome e saciedade. Unifiquei o conhecimento no programa online Efeito Sophie para te ajudar a alcançar o seu peso saudável, no seu ritmo (sem estresse!) e de forma duradoura. Conheça agora mesmo o programa online Efeito Sophie!

Voltando aos chás, eles têm grande adesão por parecerem inofensivos – especialmente os naturais. Mas qualquer coisa em excesso faz mal, até mesmo um simples chá, sabia?

Então, coloque sua saúde em primeiro lugar e não caia no conto desses “fenômenos” do emagrecimento. Muitas coisas não passam de modismo e só vão fazer você gastar dinheiro e colocar sua saúde em risco.

Mas nenhum chá emagrecedor faz efeito?
Entre os chás mais comentados no mundo das dietas, estão o chá verde e o chá de hibisco.

Com relação ao primeiro, alguns estudos o apontam como termogênico. Isso quer dizer que, ao ser digerido, ele promoveria um gasto energético maior.

Já o chá de hibisco é conhecido por sua ação diurética, então, ele poderia de certa forma diminuir a retenção de líquido. Isso pode refletir no peso? Sim!

Mas não significa que a pessoa emagreceu porque tomou o chá de hibisco, não vai perder gordura por conta do chá. Vai apenas eliminar um possível excesso de líquido e desinchar um pouco.

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Mas sem tratar a causa da sua retenção de líquido, você provavelmente retornará ao mesmo peso pouco tempo depois.

O que vale ressaltar é que, apesar destes achados, a ciência ainda não especifica nenhuma quantidade de chá necessária para se obter esse tipo de efeito. E, de novo: tudo em excesso faz mal!

Qualquer alimento, quando consumido em grandes quantidades, pode ser tóxico. Sendo assim, nenhum destes pode ser considerado um chá emagrecedor.

Tome chá porque é gostoso!
Ok, você pode estar um pouco frustrado por não ter encontrado nesse artigo nenhum incentivo para tomar chá emagrecedor. No entanto, tomar chás naturais, de forma moderada, pode ser uma prática muito saudável!

Muitos deles ajudam na digestão, atuam como calmantes…no frio, aquecem o corpo! E no calor, são um ótimo refresco!

Outra forma interessante de incluir o chá na rotina é colocando no lugar das bebidas doces, justamente para ir acostumando o paladar, gradativamente, a sabores mais naturais. Isso é uma boa dica para quem consome açúcar em excesso e quer diminuir aos poucos.

Os chás são aromáticos e você verá que muitos deles nem precisam ser adoçados. Algumas dicas são deliciosas e é sempre bom variar: camomila, erva-cidreira, maçã com canela, gengibre, mate com limão, hortelã, entre outros.

Fica a dica: ao invés de ficar em uma busca incessante por um chá emagrecedor, encontre o sabor que mais te agrada e inclua na sua rotina como uma forma de dar um presente para o seu corpo.

Uma pausa no meio do dia, ou à noite, antes de deitar, para relaxar e ter uma boa noite de sono! Tome chá não porque emagrece, mas sim, porque é gostoso e traz uma sensação prazerosa!