Categoria: Saúde Geral

Dermodex Tratamento e Dermodex Prevent: Assaduras

Dermodex Tratamento e Dermodex Prevent: Assaduras

Dermodex Prevent previne assaduras no bebê, enquanto Dermodex Tratamento trata assaduras já presentes e infecções fúngicas, inclusive candidíase na pele e nas unhas.

A diferença entre Dermodex Prevent e Dermodex Tratamento é justamente essa: enquanto a Prevent previne as assaduras e pode ser utilizada todos os dias, a outra é destinada ao tratamento das assaduras já presentes.

Embora a bula de Dermodex Tratamento indique o uso diário da pomada, os pediatras recomendam o uso apenas por poucos dias até a cura das assaduras.

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1 Indicações
2 Como Usar/Posologia
3 Contraindicações
4 Efeitos Colaterais
5 Gravidez e Lactação
6 Composição
7 Preço
8 Qual é o genérico de Dermodex?
9 Qual é a Melhor? Dermodex ou Bepantol?
10 Dermodex Prevent é boa?
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Indicações
Outras indicações de Dermodex Tratamento incluem:

Intertrigos (infecção fúngica da pele nas áreas de atrito);
Paroníquias (infecção por fungos ao redor das unhas);
Candidíase na pele e nas unhas.
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Como Usar/Posologia
Dermodex Tratamento:

Você deve lavar e secar suavemente a pele do bebê após o banho e a cada troca de fraldas e aplicar uma camada de Dermodex Tratamento;
Em caso de infecções fúngicas, deve-se aplicar uma camada da pomada 2 ou mais vezes ao dia no local afetado.
Dermodex Prevent:

Aplique uma fina camada de Dermodex Prevent na pele limpa e seca do bebê após o banho e a cada troca de fraldas.
Contraindicações
O uso de Dermodex Tratamento e Dermodex Prevent é contraindicado em casos de alergia aos componentes da fórmula das pomadas.

Efeitos Colaterais
Dermodex costuma ser bem tolerada. Seu uso pode causar irritação da pele, mas raramente.

Gravidez e Lactação
Dermodex só deve ser utilizada durante a gravidez e lactação sob prescrição médica.

Composição
Dermodex Tratamento é composta de nistatina e óxido de zinco;
Dermodex Prevent possui vitamina A, vitamina D e óxido de zinco em sua formulação.
Laboratório: Bristol.

Preço
O preço de Dermodex Tratamento varia de R$ 40 a R$ 60. O preço de Dermodex Prevent varia de R$ 10 a R$ 30.

Qual é o genérico de Dermodex?
O genérico de Dermodex Tratamento é a Nistatina + Óxido de Zinco, que custa em torno de R$ 15.

Qual é a Melhor? Dermodex ou Bepantol?
Bepantol Baby é considerada, em muitas resenhas, melhor e mais completa que a Dermodex, pois trata e previne, ao mesmo tempo, as assaduras do bebê, enquanto a Dermodex possui uma versão destinada a cada caso, uma para prevenção e outra para tratamento.

Dermodex Prevent é boa?
A Dermodex Prevent é boa e eficaz na prevenção de assaduras causadas pelo contato da fralda com a pele do bebê. No entanto, a pomada não serve para tratar assaduras já existentes.

Remédios para cólica menstrual

Remédios para cólica menstrual

Os remédios para cólica menstrual servem tanto para aliviar o desconforto abdominal provocados pela descamação do endométrio e contração do útero, quanto para prevenir a ocorrência de cólicas fortes no período menstrual.

Normalmente são aconselhados, pelos ginecologistas, medicamentos que diminuem a síntese da prostaglandina, que é uma substância química sintetizada pelo organismo que é responsável pelas dores da menstruação. Os medicamentos que podem ser usados para esse efeito são o Ibuprofeno e o Ponstan, por exemplo.

Além disso, alguns chás possuem princípios analgésicos antiespasmódicos, podendo auxiliar no alívio das dores, como o chá de lavanda e o chá de gengibre. Veja 7 remédios caseiros para cólica menstrual.

Remédios mais indicados
Os medicamentos mais indicados para alívio das dores sentidas durante a menstruação são:

Remédios anti-inflamatórios não esteroides: como Ibuprofeno, Feldene, Pontin ou Ponstan;
Remédios analgésicos: como Paracetamol ou Dipirona;
Remédios antiespasmódicos: Doralgina, Buscopan ou Atroveran;
Remédios anticoncepcionais.
Esses remédios também podem ser utilizados para combater o sintomas da TPM, como irritabilidade, cansaço e inchaço abdominal. Saiba quais são os sintomas da TPM e como aliviar.

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Como tomar
Os remédios para cólica devem ser utilizados sob orientação do ginecologista ou do clínico geral e ser ingeridos, de preferência, depois das refeições, a fim de evitar problemas de estômago.

Além disso, as mulheres devem fazer exercício físico regularmente e comer alimentos ricos em vitaminas do complexo B, como nozes, batata e frango para prevenir a ocorrência de cólicas fortes.

Por que sentimos cólica menstrual? Ginecologistas explicam

Todo mês é a mesma história: TPM, alterações de humor, vontade de atacar a geladeira e… cólica, muita cólica. Segundo um estudo realizado pela empresa MedInsight, denominado Dismenorreia e Absenteísmo no Brasil, cerca de 65% das brasileiras sofrem com o desconforto e 70% delas observam uma queda na produtividade durante a menstruação.

Os ginecologistas Edilson Ogeda, do Hospital Samaritano, Cíntia Pereira, da Rede de Hospitais São Camilo, e Eduardo Vieira da Motta, do Hospital Sírio-Libanês, explicam por que o problema é tão comum e ensinam como amenizar a dor:

A cólica menstrual, chamada cientificamente de dismenorreia, tem início com os ciclos menstruais ovulatórios, por volta de dois anos após a primeira menstruação. Durante o período fértil –fase do mês em que a mulher está ovulando e que dura cerca de seis dias– há a liberação de prostaglandina, substância que promove a contração do útero para a eliminação do sangue menstrual. Isso pode ocasionar desde um desconforto leve na região pélvica ou no baixo ventre até dores intensas, que chegam a ser incapacitantes.

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As cólicas costumam ser mais intensas na adolescência, especialmente nos primeiros anos após o início da menstruação. Essa é a época em que os ovários amadurecem e passam a liberar um óvulo por mês. O útero ainda é pequeno e o orifício de saída, mais fechado. Na fase adulta, a cólica pode ser mais forte em algumas mulheres por usarem absorventes intravaginais, que atrapalham a contração uterina, ou por terem sensibilidade à prostaglandina, problema que não tem causa aparente. Após a primeira gravidez, há chances de a intensidade da dor diminuir devido a alterações na musculatura do útero.

A cólica geralmente tende a melhorar com o passar do tempo. Se piorar e se tornar persistente, pode ser indício de uma doença mais séria, como pólipos, mioma uterino, e, a mais comum, endometriose. De acordo com um levantamento realizado pela Fundação Mundial de Pesquisas em Endometriose em dez países, existe um tempo médio de sete anos entre os primeiros relatos dos sintomas, como pontadas no ventre e dificuldade para engravidar, e a confirmação da disfunção. Portanto, é fundamental buscar auxílio médico ao perceber os primeiros sinais para esclarecer a causa do problema e descobrir o melhor tratamento.

Se a cólica estiver relacionada a alguma doença, o tratamento dependerá de suas particularidades. Caso um problema mais grave tenha sido descartado, o alívio pode ser obtido por meio de medicamentos anti-inflamatórios não hormonais, contraceptivos hormonais, dispositivos intrauterinos ou até mesmo medicamentos hormonais, que podem levar a mulher a ficar sem menstruar. A melhor opção para cada caso deve ser avaliada pelo seu ginecologista. Lembre-se: a automedicação pode oferecer riscos à saúde e não deve ser praticada. Tratamentos não medicamentosos, como compressas de água quente, massagem e acupuntura, também auxiliam no combate à dor. Odega explica que a aplicação de agulhas estimula a produção de serotonina e endorfina, neurotransmissores que aumentam a sensação de bem-estar. Já o calor da compressa provoca a dilatação dos vasos sanguíneos, atenuando a dor.

O mais eficaz é praticar atividades físicas ou fisioterapia regularmente para fortalecer a musculatura do baixo ventre, aumentar a produção de endorfina e reduzir o fluxo menstrual e os processos inflamatórios. Investir em uma dieta rica em fibras e vegetais, vitaminas B1, B6 e E, além de gorduras boas proveniente dos peixes, é outro hábito que contribui para a redução do desconforto. No período pré-menstrual, é aconselhável tomar bastante líquido e evitar a ingestão de café, chocolate e refrigerantes à base de cola –eles contêm cafeína, substância que contrai os vasos do endométrio, aumentando o mal-estar.